A energia é uma das maiores despesas correntes do poder público. Com geração solar, prefeituras e órgãos estaduais reduzem esse custo por décadas e devolvem o recurso à população — em saúde, educação e infraestrutura. Atuamos com o rigor exigido em licitações e contratos públicos.
Sedes administrativas, câmaras e fóruns com consumo estável durante o expediente.
Climatização e iluminação de salas de aula, sem pesar no orçamento da educação.
UBS e hospitais públicos que operam 24h e não podem parar.
Ruas, praças e avenidas — uma conta que corre todas as noites do ano.
Estações de captação, tratamento e distribuição de água e esgoto operam bombas de alta potência quase 24h por dia — o maior gasto de energia de muitos municípios.
Uma única usina gera em um terreno e os créditos são distribuídos entre as diversas unidades consumidoras da prefeitura — cada prédio tem sua própria matrícula junto à concessionária.
Ajuste a conta de energia mensal do município. Cálculo com 70% de compensação, tarifa de R$ 1,15/kWh e reajuste energético médio de 8% ao ano — comparado ao rendimento do CDI.
Economia líquida acumulada
Economia estimada por mês
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Payback médio
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Nos ~2 primeiros anos o investimento se paga; a partir daí a economia é líquida.
| Período | Economia | Reinvestida no CDI |
|---|---|---|
| {{ row.label }} | {{ row.saved }} | {{ row.cdi }} |
Estimativa ilustrativa: 70% de compensação, R$ 1,15/kWh, reajuste de 8%/ano e CDI a 9,5% a.a. A economia líquida passa a ocorrer após o retorno do investimento (payback exibido acima). O valor real é definido em estudo técnico.
Solicitar estudo para o municípioAo longo de 25 anos, o que deixa de ser pago em energia pode voltar para a população em obras e serviços:
Ônibus, veículos de coleta, ambulâncias e a frota administrativa consomem uma parte relevante do orçamento em diesel e gasolina. Com a energia gerada pela própria usina pública, o município abastece esses veículos com o que produz — cortando a despesa de combustível e reduzindo a emissão nas cidades.
Ônibus elétricos com recarga na garagem: rotas previsíveis e menos ruído e fumaça nas ruas.
Caminhões de coleta e veículos de zeladoria que rodam trajetos fixos, ideais para eletrificação.
Carros de secretarias, fiscalização e saúde recarregados com energia própria a custo marginal baixo.
A despesa de diesel e gasolina vira energia solar do próprio município, imune à alta dos preços na bomba.
Menos emissão e ruído no perímetro urbano — qualidade de vida e uma agenda ambiental concreta.
Projetamos a usina e os pontos de recarga em conjunto, dimensionados para a rotina da frota pública.
Elaboramos o estudo técnico e a documentação necessária para o processo público, do dimensionamento à homologação.